Em entrevista à rádio Auriverde, Eduardo sugeriu que a mudança de posicionamento de Motta teria ocorrido após um encontro com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Hugo Motta, em bom português, está sendo ameaçado. Ele vai negar isso publicamente, claro, e deve fazê-lo, se for perguntado. Mas o que a gente viu foi que, antes do jantar dele com Alexandre de Moraes, a opinião dele era bem clara a favor da anistia. E ele segue a linha do Arthur Lira, que é de jogar para o plenário os temas polêmicos e deixa o plenário decidir”, disse.
Durante o discurso, Eduardo ainda afirmou que Motta e estaria se comportando como um “esquerdista do Psol”. “Depois do jantar com Alexandre de Moraes, ele mudou drasticamente. Ele tem falado basicamente igual um esquerdista do Psol, falando que é contra a anistia. Democracia e aquelas questões todas que nós já estamos acostumados a ouvir da boca de Lula e de outros puxadinhos ali do PT. Então eu acho que a pressão popular é o ingrediente fundamental. Sem pressão popular, não existe impeachment. Sem pressão popular, não existe anistia”, completou Bolsonaro.
MaisPB
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